O artigo aborda os desafios clínicos da primeira sessão com pacientes que chegam à análise por imposição de terceiros — como familiares, instituições ou decisões judiciais — e não por desejo próprio. A partir de uma perspectiva técnica e transferencial, discute como lidar com resistências, silêncios e posições defensivas, oferecendo orientações clínicas, referências psicanalíticas e estratégias para sustentar o setting sem ceder à tentação de convencer ou interpretar de forma prematura.
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