Quando o Silêncio É o Discurso: Como sustentar a escuta nos atendimentos em que o silêncio predomina?

Resumo : O artigo aborda como sustentar a escuta clínica em sessões nas quais o paciente quase não fala, explorando o silêncio como linguagem, transferência e potência terapêutica. Discute os efeitos do não-dito, os desafios do analista frente ao vazio discursivo e as possibilidades de simbolização que emergem justamente da ausência de palavras. Também investiga o papel do silêncio na constituição do vínculo, na ativação da contratransferência e na sustentação do setting, oferecendo reflexões clínicas e fundamentos teóricos para lidar com encontros marcados mais pela presença silenciosa do que pelo discurso articulado.

Quando o Silêncio É o Discurso: Como sustentar a escuta nos atendimentos em que o silêncio predomina?

O artigo aborda como sustentar a escuta clínica em sessões nas quais o paciente quase não fala, explorando o silêncio como linguagem, transferência e potência terapêutica. Discute os efeitos do não-dito, os desafios do analista frente ao vazio discursivo e as possibilidades de simbolização que emergem justamente da ausência de palavras. Também investiga o papel do silêncio na constituição do vínculo, na ativação da contratransferência e na sustentação do setting, oferecendo reflexões clínicas e fundamentos teóricos para lidar com encontros marcados mais pela presença silenciosa do que pelo discurso articulado.

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