Como a ética do desejo freudiana dialoga ou colide com a razão moral kantiana? Esta matéria propõe uma leitura profunda entre filosofia e psicanálise, explorando os conceitos de desejo, culpa, autonomia e superego. Uma reflexão essencial para terapeutas que escutam, na clínica, o sujeito tensionado entre pulsões inconscientes e exigências morais. É possível unir a escuta do desejo com o juízo da razão?
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