O artigo discute como a literatura de ficção pode enriquecer o trabalho clínico de psicanalistas e terapeutas, abordando a função simbólica da narrativa na escuta analítica. Através da articulação entre fundamentos psicanalíticos, referências neurocientíficas e obras de autores como Tolkien, Stephen King e Michael Ende, o texto propõe a leitura ficcional como ferramenta para ampliação da sensibilidade clínica, compreensão de estruturas psíquicas complexas e acesso ao mundo interno do paciente.
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